Jürgen Klopp, treinador do Liverpool, conquistou a Europa e o Mundo e hoje é o melhor comandante do planeta.

Para chegar nesse ponto, ele desenvolveu pontos importantes no seu time: a intensidade e jogadores inesperados se destacando.

Mas para tornar seus grupos fortes, Klopp contou com algo bem pessoal: o amor que ele sente por todos os seus atletas.

No Mainz, depois de 11 anos sendo atleta do clube, Klopp se tornou treinador dos seus amigos, que sempre jogaram com ele. Lá passou 7 anos como treinador, 18 no total, e criou um vínculo incrível com o clube e a torcida. Na sua saída, inclusive, ele conta que passou uma semana chorando a despedida.

No Borussia, o treinador sofreu com as vezes em que bateu na trave em grandes competições, mas algo que doía muito mais era a saída de jogadores da equipe, como Mario Gotze e Shinji Kagawa. Era como se um grande amigo estivesse se despedindo.

Isso acontece porque uma das suas mais importantes características é a de se envolver emocionalmente, criar laços fortes e entender as pessoas que fazem um clube. Um envolvimento melhor com o atleta como pessoa pode proporcionar uma compreensão melhor daquilo que cada jogador pode entregar.

Dizem, inclusive, que antes de toda contratação, o treinador tem uma longa conversa com o possível jogador, para saber se aquele profissional vai realmente entregar o que diz pelo time e para conhecê-lo melhor.

Talvez isso ajude Klopp a ser tão sorridente e carismático, criando um bom clima no seu clube.

E você, acredita que a relação pessoal do treinador com os profissionais do clube influencie nos resultados?